Prostatite pode causar dor pélvica, sintomas urinários e desconforto ao ejacular. Aqui você entende diferenças entre formas aguda e crônica, quando suspeitar, quais sinais exigem urgência (como febre) e como é feita a investigação e o tratamento. Se houver sintomas, dúvidas ou fatores de risco, a avaliação com o urologista ajuda a definir a melhor investigação e conduta.
Inflamação da Próstata: Diagnóstico e Tratamento
A prostatite é a inflamação da próstata, uma condição que pode afetar homens de qualquer idade, mas é mais comum entre os 30 e 50 anos. Pode ser causada por infecção bacteriana ou ter origem não infecciosa, sendo uma das queixas urológicas mais frequentes.
No consultório do Caminho das Árvores, em Salvador, o Dr. André Ribeiro realiza investigação completa e oferece tratamento individualizado para cada tipo de prostatite.
Tipos de Prostatite
Prostatite Bacteriana Aguda
Infecção bacteriana da próstata com início súbito. Causa febre alta, calafrios, dor pélvica intensa e sintomas urinários graves. É uma emergência urológica que requer tratamento imediato.
Prostatite Bacteriana Crônica
Infecção bacteriana persistente ou recorrente. Os sintomas são mais leves, mas podem incluir infecções urinárias de repetição.
Síndrome da Dor Pélvica Crônica (Prostatite Crônica Não Bacteriana)
O tipo mais comum. Não há infecção bacteriana identificável, mas há dor pélvica crônica e sintomas urinários. O tratamento é mais complexo e multidisciplinar.
Prostatite Assintomática
Descoberta incidentalmente em exames, sem sintomas. Geralmente não requer tratamento.
Sintomas da Prostatite
- Dor ou desconforto na região pélvica, períneo, testículos ou pênis
- Dor ao urinar ou ao ejacular
- Urgência e frequência urinária aumentadas
- Jato urinário fraco
- Febre e calafrios (na forma aguda)
- Sangue no sêmen
- Disfunção erétil ou ejaculatória
Diagnóstico
O Dr. André Ribeiro realiza avaliação completa:
- História clínica detalhada: Caracterização dos sintomas
- Exame físico: Toque retal para avaliar a próstata
- Exames de urina: Urina tipo I, urocultura
- PSA: Pode estar elevado na prostatite
- Cultura de secreção prostática: Para identificar bactérias
- Ultrassonografia: Quando indicada
Tratamento
Prostatite Bacteriana
- Antibióticos: Tratamento prolongado (4 a 6 semanas na forma crônica)
- Alfa-bloqueadores: Para aliviar sintomas urinários
- Anti-inflamatórios: Para alívio da dor
Síndrome da Dor Pélvica Crônica
- Alfa-bloqueadores
- Anti-inflamatórios
- Fisioterapia pélvica
- Mudanças no estilo de vida
- Abordagem multidisciplinar quando necessário
Perguntas Frequentes sobre Prostatite
O que é prostatite?
É a inflamação da próstata, que pode ser causada por infecção bacteriana ou ter origem não infecciosa. Afeta homens de qualquer idade, mas é mais comum entre 30 e 50 anos.
Quais os sintomas da prostatite?
Os sintomas incluem: dor na região pélvica, períneo, testículos ou pênis, dor ao urinar ou ejacular, urgência urinária, febre (na forma aguda), e às vezes sangue no sêmen.
Prostatite pode causar disfunção erétil?
Sim. A prostatite, especialmente a crônica, pode causar disfunção erétil ou ejaculatória. O tratamento adequado da prostatite geralmente melhora esses sintomas.
Por que a prostatite crônica é difícil de tratar?
A Síndrome da Dor Pélvica Crônica (tipo mais comum) não tem infecção bacteriana identificável. O tratamento requer abordagem multidisciplinar: medicamentos, fisioterapia pélvica e mudanças no estilo de vida.
Quanto tempo dura o tratamento da prostatite?
Varia conforme o tipo. A prostatite bacteriana crônica requer antibióticos por 4 a 6 semanas ou mais. A Síndrome da Dor Pélvica pode necessitar de acompanhamento prolongado.
Alívio para Sua Dor
A prostatite é tratável. Agende sua consulta com o Dr. André Ribeiro para diagnóstico preciso e tratamento adequado.
Agendar pelo WhatsAppComo é a investigação com o urologista
A investigação em urologia costuma seguir uma lógica: entender seus sintomas, identificar fatores de risco e direcionar exames que realmente mudam a conduta. Em vez de “pedir tudo”, o ideal é combinar história clínica, exame físico e exames complementares quando indicados.
- 1) Anamnese e objetivos: quando começou, evolução, impacto no dia a dia, medicações e histórico familiar.
- 2) Exame físico direcionado: quando indicado, incluindo avaliação abdominal/genital e, em alguns contextos, toque retal.
- 3) Exames com propósito: laboratoriais, urina, imagem ou testes funcionais, conforme hipótese diagnóstica.
- 4) Interpretação e plano: resultados são lidos no contexto (idade, sintomas, riscos) e viram um plano de tratamento ou acompanhamento.
Sinais de alerta: quando procurar avaliação
Alguns sinais merecem avaliação médica o quanto antes, especialmente se forem novos, intensos ou associados a febre.
- Sangue na urina ou no sêmen.
- Dor intensa (lombar, pélvica, testicular) ou inchaço importante.
- Retenção urinária (não conseguir urinar) ou piora rápida do jato/dor ao urinar.
- Febre com sintomas urinários.
- Perda de peso inexplicada, cansaço persistente ou dores ósseas contínuas (principalmente em quem tem fatores de risco).
Em situações de urgência (febre alta, dor intensa, retenção urinária ou mal-estar importante), procure atendimento imediato.
Referências (leitura complementar)
- Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) — informações e campanhas de saúde do homem.
- European Association of Urology (EAU) — guidelines.
- American Urological Association (AUA) — guidelines.
- International Society for Sexual Medicine (ISSM) — recursos em saúde sexual.
