A HPB (aumento benigno da próstata) é uma causa comum de sintomas urinários como jato fraco, demora para iniciar e noctúria. Aqui você entende como diagnosticar, quando investigar mais e quais opções de tratamento existem (clínico e, quando indicado, procedimentos). Se houver sintomas, dúvidas ou fatores de risco, a avaliação com o urologista ajuda a definir a melhor investigação e conduta.
Crescimento Benigno da Próstata
A Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) é o aumento não canceroso da próstata que ocorre naturalmente com o envelhecimento. É uma das condições mais comuns em homens acima de 50 anos, afetando a qualidade de vida de milhões de pessoas.
No consultório do Caminho das Árvores, em Salvador, o Dr. André Ribeiro oferece diagnóstico preciso e tratamento individualizado para a HPB, ajudando os pacientes a recuperarem a qualidade de vida.
O Que é a HPB?
A próstata é uma glândula localizada abaixo da bexiga, envolvendo a uretra. Com o envelhecimento, a próstata pode crescer e comprimir a uretra, dificultando a passagem da urina.
Importante: A HPB é uma condição benigna e não aumenta o risco de desenvolver câncer de próstata. São condições distintas.
Sintomas da HPB
Os sintomas são divididos em obstrutivos e irritativos:
Sintomas Obstrutivos
- Jato urinário fraco ou intermitente
- Dificuldade para iniciar a micção
- Sensação de esvaziamento incompleto
- Gotejamento ao final da micção
- Necessidade de fazer força para urinar
Sintomas Irritativos
- Urgência urinária
- Aumento da frequência urinária
- Noctúria (acordar à noite para urinar)
Diagnóstico
O Dr. André Ribeiro realiza avaliação completa:
- História clínica: Avaliação dos sintomas e impacto na qualidade de vida
- Exame físico: Toque retal para avaliar tamanho e consistência da próstata
- PSA: Para excluir câncer de próstata
- Ultrassonografia: Avaliação do tamanho da próstata e resíduo pós-miccional
- Urofluxometria: Medição do fluxo urinário
Opções de Tratamento
Observação Vigilante
Para sintomas leves, pode-se optar por acompanhamento sem tratamento imediato, com mudanças comportamentais.
Tratamento Medicamentoso
- Alfa-bloqueadores: Relaxam a musculatura prostática, melhorando o fluxo urinário rapidamente
- Inibidores da 5-alfa-redutase: Reduzem o tamanho da próstata ao longo do tempo
- Terapia combinada: Associação de medicamentos para casos mais complexos
Tratamento Cirúrgico
Indicado quando o tratamento medicamentoso não é suficiente ou há complicações como retenção urinária, infecções recorrentes ou sangramento.
Complicações se Não Tratada
- Retenção urinária aguda
- Infecções urinárias recorrentes
- Cálculos vesicais
- Danos à bexiga
- Insuficiência renal
Perguntas Frequentes sobre Hiperplasia Prostática Benigna
O que é Hiperplasia Prostática Benigna (HPB)?
É o aumento benigno da próstata que ocorre naturalmente com o envelhecimento. A próstata aumentada comprime a uretra, dificultando a passagem da urina e causando sintomas urinários.
HPB pode virar câncer de próstata?
Não. A HPB é uma condição benigna e não aumenta o risco de câncer de próstata. São condições completamente distintas, embora possam coexistir.
Quais os tratamentos disponíveis para HPB?
O tratamento inclui: observação vigilante (casos leves), medicamentos (alfa-bloqueadores e inibidores da 5-alfa-redutase), e cirurgia quando medicamentos não são suficientes ou há complicações.
Medicamentos para HPB afetam a função sexual?
Alguns medicamentos (como inibidores da 5-alfa-redutase) podem causar diminuição da libido ou disfunção erétil em alguns pacientes. O Dr. André Ribeiro avalia cada caso para escolher a melhor opção.
O que acontece se a HPB não for tratada?
Pode causar complicações como: retenção urinária aguda (emergência), infecções urinárias recorrentes, cálculos vesicais, danos à bexiga e até insuficiência renal.
Não Aguarde as Complicações
A HPB é tratável. Agende sua consulta com o Dr. André Ribeiro para uma avaliação completa.
Agendar pelo WhatsAppComo é a investigação com o urologista
A investigação em urologia costuma seguir uma lógica: entender seus sintomas, identificar fatores de risco e direcionar exames que realmente mudam a conduta. Em vez de “pedir tudo”, o ideal é combinar história clínica, exame físico e exames complementares quando indicados.
- 1) Anamnese e objetivos: quando começou, evolução, impacto no dia a dia, medicações e histórico familiar.
- 2) Exame físico direcionado: quando indicado, incluindo avaliação abdominal/genital e, em alguns contextos, toque retal.
- 3) Exames com propósito: laboratoriais, urina, imagem ou testes funcionais, conforme hipótese diagnóstica.
- 4) Interpretação e plano: resultados são lidos no contexto (idade, sintomas, riscos) e viram um plano de tratamento ou acompanhamento.
Sinais de alerta: quando procurar avaliação
Alguns sinais merecem avaliação médica o quanto antes, especialmente se forem novos, intensos ou associados a febre.
- Sangue na urina ou no sêmen.
- Dor intensa (lombar, pélvica, testicular) ou inchaço importante.
- Retenção urinária (não conseguir urinar) ou piora rápida do jato/dor ao urinar.
- Febre com sintomas urinários.
- Perda de peso inexplicada, cansaço persistente ou dores ósseas contínuas (principalmente em quem tem fatores de risco).
Em situações de urgência (febre alta, dor intensa, retenção urinária ou mal-estar importante), procure atendimento imediato.
Referências (leitura complementar)
- Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) — informações e campanhas de saúde do homem.
- European Association of Urology (EAU) — guidelines.
- American Urological Association (AUA) — guidelines.
- International Society for Sexual Medicine (ISSM) — recursos em saúde sexual.
